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sambas de enredo

É de arrepiar

Viradouro - 2008

Amor
Olha só quem vem lá
É de arrepiar com tanto frio
Vem cá me abraçar
Sentir o meu arrepio
Mexa, remexa, sacode a cabeça, me faz delirar
Vou no fricote, dou lhe um beijo no cangote
Eu quero ver... A semente germinar

O show da bateria me alucina
Traz numa corrente a emoção
É arte, é criação que me fascina
Faz vibrar meu coração

Porém nem tudo são flores
Há dissabores, infelicidade
Vidas perdidas nesse mundo de maldade
Eu sou sincero, com esses seres eu me pelo
De vassoura ou chinelo, chame alguém pra ajudar
Na tela uma cena de terror
De arrepio e de calafrio, você vai se assustar
Peguei o Ita no norte, gostei tive sorte, e kizombei
Mesmo proibido, desfilei
Em versos e poesias menestrel
Vou cumprindo o meu papel

Bate outra vez o meu coração
Pois já vai terminando o verão
As rosas não falam, na Viradouro exalam
O perfume de uma canção