sambas de enredo
O povo conta a sua história - Saco vazio não para em pé - A mão que faz a guerra, faz a paz
Beija-Flor - 2003
Luz divina luz que me conduz
Clareia meu caminhar, clareia
Nas veredas da verdade: cadê a felicidade?
Aportei, num santuário de ambição
E o índio muito forte resistiu
A tortura implacável assistiu
Enquanto o negro cantava a saudade
Da terra mãe de liberdade
Na França é tomada a Bastilha
O povo mostra a indignação
Revoltado com o diabo
Que amassou o nosso pão
Grito forte dos Palmares... Zumbi
Herói da Inconfidência... Tiradentes
Nas caatingas do Nordeste... Lampião
Todos lutaram contra a força da opressão
Nasce então, poderosa guerreira
E desenvolve seu trabalho social
Cultura aos pobres, abrigou maltrapilhos
Fraternidade, de modo em geral
Brava gente sofrida, da Baixada
Soltando a voz no Planeta Carnaval
(Eu quero!!!)
Eu quero: liberdade, dignidade e união
Fui lata, hoje sou prata
Lixo, ouro da região
Chega de ganhar tão pouco
Tô no sufoco, vou desabafar
Pare com essa ganância, pois a tolerância
Pode se acabar!
Oh!!! Meu Brasil
Overdose de amor nos traz
Se espelha, na família Beija-Flor
Lutando eternamente pela paz
